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As boas do fim de semana no Recife: 06.07

Quem escreveu

Júlio Cavani

Data

05 de July, 2018

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Arte Armorial

“Pangolin Arcaico” é uma criatura fantástica retratada pelo desenhista paraibano Sérgio Lucena

Bem regionalista, criada e desenvolvida principalmente em Pernambuco e na Paraíba, a estética armorial combina elementos da cultura nordestina com princípios clássicos da arte universal, com um resultado que desconstrói diferenciações entre erudito e popular. A exposição Da Pedra do Reino ao Ponteio Acutilado, em cartaz na Caixa Cultural, oferece uma boa noção sobre esse movimento artístico que continua em movimento. O acervo reúne bonitos trabalhos dos artistas Gilvan Samico, Romero Andrade Lima e Sérgio Lucena, além de fotos de Gustavo Moura que retratam principalmente o mestre armorialista Ariano Suassuna.

Exposição Armorial: Da Pedra do Reino ao Ponteio Acutilado. Em cartaz de terça a domingo até 5 de agosto. Grátis.
Caixa Cultural. Marco Zero, Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife, Centro.

Peraí que tem mais:

Performance de Carol Azevedo na abertura de uma exposição com mais de 100 livros-objetos criados por artistas.
Antes que as Traças nos Devorem. Sábado (07.07) às 16h. Grátis.
Museu Murillo La Greca. Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366, Parnamirim.

A imperdível exposição Raça, Classe e Distribuição de Corpos, com conteúdo altamente crítico, agora está na Fundaj de Casa Forte.
Raça, Classe e Distribuição de Corpos. Em cartaz de terça a domingo. Grátis.
Museu do Homem do Nordeste. Avenida 17 de Agosto, 2187, Casa Forte.

Quem escreveu

Júlio Cavani

Data

05 de July, 2018

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Júlio Cavani

Durante três meses em Nova York em 2010, Júlio não trabalhou e nem estudou. dedicou todos os dias e noites da viagem a shows, exposições e cinemas. Na verdade, a vida dele é assim o ano inteiro, todos os anos, em qualquer cidade onde esteja. Quando trabalha, procura sempre algo relacionado a arte, filmes e música. Quando tem tempo livre, busca as mesmas coisas (ou ambientes com muita natureza). Também desenvolve os próprios projetos artísticos, influenciado por tudo o que vê e ouve. Ele ainda é conhecido por conseguir provar que sempre é possível encontrar coisas legais para fazer no Recife e por estar em vários lugares ao mesmo tempo.

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    Vivemos em um mundo de opções pasteurizadas, de dualidades. O preto e o branco, o bom e o mau. Não importa se é no avião, ou na Times Square, ou o bar que você vai todo sábado. Queremos ir além. Procuramos tudo o que está no meio. Todos os cinzas. O que você conhece e eu não, e vice-versa. Entre o seu mundo e o meu.